Caiu no golpe do Pix?

O dinheiro sumiu em segundos. A culpa não é sua — e o banco pode ter que responder por isso.

Você confiou, agiu rápido, achou que estava fazendo a coisa certa. Agora fica a vergonha, a raiva e a sensação de que não há mais nada a fazer. Há. Quando a fraude passa pelas falhas de segurança do banco, a lei protege você.

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"Como eu pude cair nisso?"

A pergunta certa é outra:
por que o banco deixou passar?

01

Golpe tem roteiro. Pressão, urgência e dados reais sobre você.

02

Qualquer um cai. Gente experiente e cuidadosa cai todos os dias.

03

O banco deveria barrar. Transação fora do padrão é sinal de alerta.

Os golpes mais comuns

Reconhece alguma dessas situações?

O golpista quase nunca age sozinho. Ele explora brechas que deveriam ter sido fechadas pela instituição financeira.

Falsa central do banco

Alguém liga dizendo ser do seu banco e pede transferências "para proteger sua conta".

Celular roubado

Pix em sequência feitos logo após o roubo ou furto do aparelho, completamente fora do seu padrão.

Falso parente no WhatsApp

"Mudei de número, preciso de um dinheiro urgente." Foto e nome de alguém que você ama.

Compra ou cobrança falsa

Loja, anúncio ou boleto fraudulento, com o dinheiro indo para contas abertas com dados falsos.

Aja agora

O que fazer nas próximas horas

Os primeiros dias são decisivos para tentar recuperar o dinheiro e para preservar as provas.

Avise o seu banco imediatamente pelos canais oficiais e peça o bloqueio e a contestação da transação.
Peça a devolução pelo MED (Mecanismo Especial de Devolução do Pix) no app ou no atendimento. O pedido tem prazo.
Registre o boletim de ocorrência, que pode ser feito online na delegacia virtual do seu estado.
Guarde todas as provas: comprovantes, prints de conversas, números, protocolos e extratos.
Procure orientação jurídica se o banco negar ou não responder.
Importante

O banco negou a devolução? Isso não encerra o seu direito.

O MED é um procedimento administrativo do próprio banco. Uma resposta negativa não impede que a responsabilidade da instituição seja discutida na Justiça.

Quanto antes o caso for analisado, mais provas podem ser preservadas.

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O que diz a lei

Quando o banco responde pelo golpe

A segurança das transações faz parte do serviço que o banco presta — e cobra — de você.

Súmula 479 do STJAs instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos causados por fraudes praticadas por terceiros no âmbito de suas operações.
Art. 14 do CDCO fornecedor responde pelas falhas na prestação do serviço, incluindo a falta de segurança que o consumidor pode legitimamente esperar.

Pesam a favor da vítima situações como transações fora do perfil, valores incomuns em sequência, ausência de bloqueio preventivo e contas de destino abertas com dados fraudulentos. Cada caso depende das suas provas.

Avaliações no Google

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"Quando procurei o escritório, estava muito preocupado com a situação que enfrentava. Fui acolhido, orientado e acompanhado durante todo o processo. Sempre recebi informações claras sobre cada etapa e senti muita segurança no trabalho realizado."

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Dúvidas frequentes

Perguntas de quem acabou de cair no golpe

Fui eu mesmo que fiz o Pix. Ainda assim tenho direito?

Pode ter. Mesmo quando a vítima faz a transferência induzida pelo golpista, é possível discutir se o banco falhou em identificar e barrar uma movimentação suspeita. Cada situação precisa ser avaliada individualmente.

O banco negou o MED. Acabou?

Não. O MED é um procedimento administrativo. A negativa não impede que a responsabilidade do banco seja discutida judicialmente.

Quanto tempo tenho para agir?

Para o MED, quanto antes, melhor — o pedido tem prazo. Na via judicial os prazos são maiores, mas a demora dificulta a obtenção de provas.

Quais documentos preciso separar?

Comprovantes das transferências, extratos, boletim de ocorrência, protocolos de atendimento do banco e prints das conversas com o golpista.

Preciso ir ao escritório?

Não. O primeiro contato e o envio dos documentos podem ser feitos pelo WhatsApp. O escritório fica no Barro Preto, em Belo Horizonte, e atende de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Você não precisa enfrentar isso sozinho.

Conte o que aconteceu pelo WhatsApp. Avaliamos o seu caso e explicamos, com transparência, quais caminhos existem.

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Conteúdo de caráter informativo. Não constitui promessa ou garantia de resultado; cada caso depende de análise individual.